Especialista traz em primeira mão para Cachoeiro o Emsella

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O tempo não para, e ele passa para todo mundo. Junto com o passar do tempo, vem o envelhecimento e cada parte do nosso corpo reage de uma forma diferente. A região íntima também passa por esse processo, é natural. “A vagina, por exemplo, sofre várias alterações físicas e fisiológicas, principalmente durante a menopausa”, revela o ginecologista Walfran Liparizzi. Ele acrescenta que a queda na produção do hormônio estrógeno causa várias mudanças na vida sexual, com grandes impactos emocionais para as mulheres.
Essa baixa hormonal, segundo o médico, causa alterações na espessura da parede vaginal e secura, ocasionando desconforto e, por consequência, desinteresse pelo sexo. “Uma forma de corrigir esses incômodos é o implante hormonal e/ou tratamento a laser nas paredes vaginais”, informa.

Outra consequência do passar dos anos para a mulher, conforme salienta doutor Walfran, é a incontinência urinária. Trata-se de um incômodo que acontece por causa do afinamento da mucosa (atrofia), causando escapes de urina ao tossir, espirrar, durante a prática de atividades físicas, entre outras situações.
Uma novidade para o tratamento da incontinência urinária, que o especialista trouxe em primeira mão para Cachoeiro de Itapemirim, é a Emsella. “É um tratamento inovador para incontinência urinária e desconforto íntimo. Esta tecnologia exclusiva revoluciona a saúde e o bem-estar íntimo das mulheres, oferecendo uma opção de tratamento não invasivo”, explica.
Algumas das vantagens que chamam a atenção no método é que o mesmo é feito em consultório, não é invasivo (sem cirurgia) e a paciente não precisa tirar a roupa durante todo o tratamento. “A grande sacada para a eficácia desse tratamento está baseada na energia eletromagnética focada. Uma única sessão do Emsella induz milhares de contrações musculares”, esclarece o ginecologista.

Conforme explana doutor Walfran, ocorrem supra-máximas do assoalho pélvico – contrações que jamais serão atingidas em uma contração voluntária, pois são mais de 11.000 contrações em uma sessão -, extremamente importantes no fortalecimento muscular do assoalho pélvico das pacientes incontinentes.
“A paciente não sente nenhuma dor durante o procedimento, tendo apenas um leve formigamento e a contração do músculo. O protocolo sugerido é de seis sessões de 28 minutos, duas vezes por semana, mas o médico pode adaptar o número de sessões de acordo com a necessidade de cada paciente”, elucida o especialista.
O médico revela que após a segunda sessão já é possível notar resultados. Após o procedimento, a paciente pode ir para o trabalho e manter sua vida social e sexual sem qualquer problema. As únicas contraindicações são para pacientes grávidas, com DIU de cobre e com placas metálicas no quadril ou joelho. “Por se tratar de uma novidade única no Espírito Santo, acredito que poderemos ajudar muitas mulheres com este sintoma tão desconfortável”, finaliza.

 

Dr. Walfran Liparizi atende na Avenida Francisco Lacerda de Aguiar, 22, Ed. Pasteur, 2º Andar (Sala 202) – Centro, Cachoeiro de Itapemirim. Contatos para agendamentos: (28) 99992-4658/ 3521-0345. E-mail: walfranlg@gmail.com



Editora da Revista Viver! - Jornalista há mais de 15 anos, atua também na área de Marketing Digital como social media.


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